terça-feira, 10 de novembro de 2015

City Tour Histórico em Salvador com a Tours Bahia


Uma visita guiada por Salvador, nos ajuda a conhecer a parte histórica da cidade, entender nossas origens e reconhecer o papel da Bahia para o desenvolvimento do Brasil e dos países que foram nossos exploradores. E neste post vou contar onde tive uma aula de história com a guia de turismo, Gisela Bandt.


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Largo do Cruzeiro do São Francisco, ao fundo a Catedral da Sé

Este post é a continuação de um tour realizado com a empresa Tours Bahia, uma das melhores em Salvador. Para conferir o anterior clique aqui.

Nosso roteiro contempla os seguintes locais:
Praça Municipal
Monumento da Cruz Caída
Terreiro de Jesus
Largo do Pelourinho
Igreja da Ordem Terceira do São Francisco

Vamos lá?

Na Praça Municipal encontramos o famoso Elevador Lacerda, o primeiro elevador urbano do mundo. Construído pela família Lacerda e inaugurado em 1873. Primeiro, recebeu o nome de Parafuso e depois Elevador Lacerda e na reforma de 1930 recebe a arquitetura art decó. Possui 72 metros de altura. Hoje, sua função é ligar a parte alta e baixa da cidade. Milhares de pessoas utilizam este transporte diariamente. Valor da passagem : 15 centavos.

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Ao lado do Elevador, temos o Palácio Rio Branco que é muito lindo e oferece uma vista belíssima da Baía de Todos os Santos. Já falei dele aqui. Em seu interior, encontramos pinturas bem conservadas do italiano Filinto Santoro, obras de Julio Conti, esculturas e mobiliário antigo. Os governadores despachavam daqui do Palácio que já recebeu até Dom Pedro II. É impressionante como cada detalhe deste prédio tem um significado e importância para nossa história. Há visita guiada, mas telefone antes para saber a disponibilidade. É grátis.

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Praça Municipal e Palácio Rio Branco

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Em frente ao Elevador, temos a Câmara Municipal, antes Câmara e cadeia da cidade. No subterrâneo, ficavam os presos e em cima, os vereadores. Já foi até um açougue. Após 1889, a Câmara passa a ter funções legislativas, pois antes o poder estava concentrado nas mãos do rei. 

camara municipal

Acerca da Praça Municipal, ou Praça Tomé de Souza, temos uma interessante descrição de Gabriel Soares de Souza na década de 80 do Século XVI que diz:

 “Está no meio da cidade, uma honesta praça em que se correm touros, quando convém, em qual estão, da banda sul umas nobres casas, em que agasalham os governadores, e, da banda norte tem as casas do negócio da Fazenda, alfândega e armazéns; e, da parte leste, tem a Casa da Câmara e Cadeia e as outras casas de moradores, com que fica esta praça em quadro e o pelourinho no meio, Dela, a qual, da banda do poente está desabafada, com grande vista sobre o mar;..."


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Deixando o passado, volte sua atenção para esta Praça no presente. Pare um momento e observe o movimento, de preferência tomando um sorvete de amarena da Sorveteria A Cubana. Observe que há vendedores perturbando os turistas. Há baianas cobrando para tirar fotos com os turistas e, às vezes, deixando-os constrangidos. Tem vendedor de cerveja e bugigangas. Tem cachorros. Tem bêbados. E tem a melhor vista da Baía de Todos os Santos. Se for no final da tarde, temos um belo espetáculo:

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Tomar um sorvete e curtir um lindo pôr do sol

Seguimos para o Terreiro de Jesus e antes, passamos na Praça da Cruz Caída. Aqui existia a Igreja da Sé que foi demolida para a construção da linha do bonde em 1933. Foi erguido este monumento, a "Cruz Caída", como lembrança da antiga Sé. Autoria da obra: Mário Cravo. Passamos por aqui, ao final do nosso tour, momento em que várias pessoas aproveitam para apreciar o pôr do sol e tirar milhares de fotos.

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Monumento da Cruz Caída, obra de Mário Cravo

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A caminho do Terreiro de Jesus temos alguns outros monumentos:
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Bispos Fernandes Sardinha, eleito o primeiro bispo do Brasil que chegou em Salvador em  1551 e foi devorado pelos índios caetés.

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Zumbi, foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares, o maior dos quilombos do período colonial.
Chegamos ao Terreiro de Jesus, local onde tudo acontece no Pelourinho. É movimentação o dia todo. Uma mistura de gente e ritmos. É a capoeira. É o samba da Viola de Doze no Cantina da Lua. É o som da missa na Catedral da Sé. É o grupo de turistas das excursões atento ás explicações dos guias ou procurando a melhor pose para foto. Sinceramente, isto prende minha atenção. Às vezes, durante  a tarde, sento na escadaria da Catedral e fico admirando esta movimentação.

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Terreiro de Jesus por volta das 8h da matina...o burburinho ainda vai começar...rsrs

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Neste retângulo, por assim dizer, temos 4 igrejas: a Catedral da Sé, a Igreja da Ordem Primeira de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos. É muita igreja né? Cada uma com sua beleza arquitetônica e o destaque vai para a Igreja e o Convento de São Francisco, vamos falar dele mais adiante.


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Escultura na praça do Terreiro de Jesus, ao fundo Igreja de São Domingos

E qual a importância do Terreiro de Jesus para a formação da cidade de Salvador?
Bem, os jesuítas chegaram ao Brasil, junto com Tomé de Souza, primeiro Governador Geral, e receberam de Portugal esta parte do terreno, ou terreiro, na área norte da cidade e construíram uma pequena e frágil igreja, a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, chamada de "Sé de palha" e um colégio, o Colégio dos Jesuítas de SalvadorSuas instalações incluíam a atual Catedral Basílica, a área da atual Faculdade de Medicina, no Terreiro de Jesus, e o Pátio dos Estudos Gerais, na atual Praça da Sé.

Os primeiros padres jesuítas que chegaram em Salvador foram: Manuel da Nóbrega, João de Aspilcueta Navarro, Antonio Pires e Leonardo Nunes, Diogo Jácome e Vicente Rodrigues.

A Companhia de Jesus tinha como objetivo combater os hereges e converter os infiéis. Faziam isso por meio de uma ação pedagógica ensinando latim, filosofia, artes e teologia. Manuel da Nóbrega organizou o Colégio dos Meninos de Jesus que já funcionava em 1551 para ensinar os mamelucos ( filhos de índios com brancos), os órfãos e os filhos dos caciques. O historiador Luís Henrique Dias Tavares citando a biografia de Manuel da Nóbrega escreve em sua obra História da Bahia, 11ª Edição:
"Para se fazer entendido pelos meninos tupinambás, e por eles chegar aos adultos, aprendeu a língua Tupi, a "língua geral" do litoral das terras do brasil durante muitos anos."

A partir de 1579 foi proibida a aceitação de nascidos no Brasil, de negros e pardos nos colégios jesuítas. O preconceito racial perdurou por longo tempo.

Daí, Gisela chama atenção para a Catedral da Sé, considerada a mais imponente do século XVII no Brasil. Inaugurada em 1672, tem uma fachada maneirista, construída com blocos de pedra de lioz trazidos de Portugal. Esta é a quarta igreja a ser erguida neste mesmo local.  Esta é a igreja mãe de todas as igrejas de Salvador.  Por ser a mais antiga Catedral do Brasil, é onde o arcebispo metropolitano preside os principais atos litúrgicos e é considerado o arcebispo primaz do Brasil.
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Repare numa edificação na cor laranja, é a Faculdade de Medicina da Bahia criada em 1808, hoje o Museu Afro-Brasileiro, que já recebeu diversos nomes, como Escola de Cirurgia da Bahia, Hospital Real Militar da Bahia e outros. Teve a colaboração do pernambucano José Correia Picanço, que foi professor de Anatomia da Universidade de Coimbra e era cirurgião-mór da Real Câmara. Este instituição foi pioneira em diversas ações: formou a primeira médica diplomada no Brasil, a gaúcha Rita Lobato Velho Lopes, foi a primeira instituição do País no uso clínico dos raios X, abrigou o primeiro laboratório de medicina legal do Brasil e a criou a Gazeta Médica da Bahia, a primeira revista científica do Brasil especializada em medicina.

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antiga Faculdade de Medicina
Agora, que tal conhecermos os artistas de rua (e de atelier) do Pelourinho? A Gisela é guia há muitos anos e conhece gente pra caramba. Eis alguns destes grandes artistas:

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Tribal, pintor de camisas

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Yrapuan Almeida, artista plástico

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Grupo Samba de Verdade

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Atelier do artista Enock

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Enock, artista plástico

Para mim, foi uma satisfação muito grande conhecê-los e dedicar alguns minutos a escutar suas história de vida e as dificuldades e alegrias que enfrentam como artistas em Salvador.

E quando realmente entendemos que estamos em Salvador? Quando vemos e ouvimos isto:

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É impressionante a quantidade de turistas e moradores que param para admirar os grupos de percussão. E todos querem levar uma lembrança deste momento, são várias fotos e vários vídeos. Eu mesma, tenho vários, alguns estão em meu Canal do You Tube. Este som invade todo Centro Histórico. De longe se ouve e saímos à procura de sua origem. Ao final da apresentação os músicos passam uma cestinha vendendo cd's e pedindo uma contribuição financeira.

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Sente e aprecie ou levante e dance \O/


Ao redor do Largo do Pelourinho temos vários pontos de interesse que a Gisela destaca. Alguns deles são:

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Descendo a Rua Alfredo de Brito já avistamos a igreja com fachada azul claro e torres bem charmosas na cor amarela. Sua localização é nas antigas portas da cidade, as Portas do Carmo, como também era chamado o Pelourinho. Salvador era uma cidade-fortaleza, com muralhas e uma das portas que limitavam a cidade era esta. Tudo que surgiu depois destas portas, se chama Além do Carmo, daí temos o bairro do Santo Antônio Além do Carmo, que é um bairro muito interessante também.

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Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Descemos um pouquinho mais pelo Largo do Pelourinho para vermos de perto a beleza arquitetônica do século XVIII que foi construída pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, constituída em 1685 por negros escravos ou forros que usavam o tempo livre para construir a Igreja. Deixaram de se reunir nos altares laterais das matrizes ou igrejas de convento para terem seu próprio templo religioso. Queriam uma igreja cristã? Não. Os negros que ajudavam a edificar a Igreja ainda não eram cristãos e queriam matar saudades de sua terra, assim construíram um terreiro fechado em que podiam se comunicar livremente sem estar sob o olhar dos feitores e fiscais.


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Foi fácil e rápido construir? Não. Entre 1703-1704, existia uma capela modesta. Em 1740, já se tem planos de aumentar a capela e começam a juntar dinheiro para a ampliação. Em 1780, conseguem um construtor com dinheiro, Caetano José da Costa, que assume a dívida do empréstimo para construção da igreja em prestações que levariam 18 anos para serem pagas.

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Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos vista desde Fundação Casa de Jorge Amado
Toda terça a noite é possível assistir cultos católicos ao som de atabaques. Assim, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é acima de tudo um monumento artístico, como também um exemplo da aculturação do negro na Bahia.

Largo do Pelourinho

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Largo do Pelourinho
Eu não sabia, mas o nome oficial deste largo é Praça José de Alencar, mas o nome Pelourinho é uma referência ao instrumento de tortura usado, o pelourinho, que não era só um poste, mas uma punição humilhante que devia servir de exemplo para outros. E daí, ao passo que a guia explica todo aquele sistema que é a base da nossa sociedade, me arrepio e me emociono, pois olhando o passado compreendemos (alguns, claro!) o nosso presente. O Centro Histórico vai além da beleza arquitetônica e do cartão postal divulgado pelo mundo. Aqui, é o símbolo da luta e perseverança de classes menos favorecidas que até hoje buscam seu lugar ao sol. Acredito que não foi á toa que Michel Jackson gravou, em 1996, o clipe da música They Don't Care About Us, que por sinal, é linda com a batida inconfundível do Olodum, e é considerada um hino contra as injustiças sociais. Uma tradução de uma parte da música diz:
"Eu sou vítima da violência da polícia
Estou cansado de ser vítima do ódio
Você roubando o meu orgulho
Oh, pelo amor de Deus
Olho para os céus para cumprir a profecia
Liberte-me"

Olhando ao redor, será fácil encontrar a casa onde o Rei do Pop gravou o clipe. Hoje, o imóvel está á venda, mas funciona como loja de lembranças e muitos turistas vão lá para tirar fotos.

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E o que eu mais gosto de fazer quando estou aqui é sentar na escadaria em frente a Fundação Casa de Jorge Amado ou numa das portas dos casarios e fico ali observando o vai e vem das pessoas e se tiver um som de percussão, melhor ainda! E a Gisela, a guia, vai se infiltrando entre a multidão que observa o som dos tambores, vamos no ritmo, não tem como ficar parado.

Tem também o Museu da Gastronomia e a Fundação Casa de Jorge Amado e já escrevi sobre os dois aqui e aqui.


Igreja da Ordem Terceira do São Francisco e a Igreja e Convento do São Francisco
 
E nossa andança continua, não cansa e é muito tranquila. E por fim, chegamos na Igreja e Convento da Ordem do São Francisco. Se eu for escrever detalhadamente como a Gisela explica os afrescos, pinturas, azulejos, história da construção, este post seria quase infinito. Então vamos a um breve resumo e espero que você tenha a oportunidade de fazer uma visita com ela.


fachada barroca da Igreja da Ordem Terceira do São Francisco
Esta Igreja foi construída no início do Século XVIII por Gabriel Ribeiro e financiada por comerciantes do Recôncavo Baiano, sendo a máxima expressão do barroco brasileiro. Foi eleita uma das Sete Maravilhas do Brasil. Por mais de um século a fachada, com detalhes muito curiosos,  esteve encoberta de argamassa e nos chama atenção o seguinte: a mistura de símbolos pagãos e cristãos, atlantes com asas na cabeça e não nos pés, a existência do adro com recúo que permitia ser visto pela sociedade como parte da Ordem Terceira e ao mesmo estar no interior da igreja.

Ao lado, temos a igreja conventual da Ordem Primeira do São Francisco. Logo na entrada a Gisela faz uma explicação bem didática para explicar como as pinturas no teto são bidimensionais (e hoje achamos coisa de última geração 3D e 4D, rsrs). Basta olhar para a pomba e andar em círculo. É muito interessante!

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Igreja da Ordem Primeira do São Francisco

Caminhamos pelo claustro do convento observando em suas paredes, o maior conjunto de azulejos portugueses do Brasil, sendo a máxima expressão do joanino colonial que chegou ao Brasil entre 1749 a 1750. É considerado pelos especialistas, Santos Simões e José Meco, como  segundo maior conjunto azulejar setecentista, perdendo apenas para o Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. Os azulejos vieram de Portugal numerados para que a colocação fosse exata. São 37 painéis com gravuras baseadas numa obra do holandês Otto Van Veen intitulada “Emblemas de Horácio”. Abaixo de cada painel há uma plaquinha em vários idiomas que serve como legenda dos painéis que abordam virtudes, vícios, a vida e a morte. Há alguma relação entre Portugal, arte chinesa e Salvador dentro do Convento franciscano? Tudo muito bem explicado pela Gisela.

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maior conjunto de azulejos portugueses do Brasil

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claustro do convento da Ordem Primeira de Sao Francisco

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Entramos na igreja e sentamos para descansar e admirar aquela ornamentação e os detalhes. Se estima que há entorno de 175 kg de ouro nesta igreja, este foi o valor declarado na época, talvez tenha muito mais.

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interior da Igreja, puro ouro...
Vendo tanto ouro ao nosso redor, a Gisela menciona que no século XVIII foi descoberto ouro e diamantes, no Brasil, e uma parte ia para a coroa portuguesa. Por conta disso, Lisboa foi reconstruída pelo Marquês de Pombal após o terremoto de 1755. Havia uma parceria comercial entre Inglaterra e Portugal que sempre estava devendo dinheiro à Inglaterra. Assim,  podemos afirmar que a industrialização desta nação foi em parte paga com ouro e diamantes brasileiros. 

Os detalhes dos anjos, santos e outras figuras bem trabalhadas tem uma característica africana. Nas laterais encontramos santos negros como Santa Efigênia e Santo Benedito exemplos da cristianização do negro. E basta apenas saber da existência das figuras ao redor? Não. A Gisela estimula a observação das feições e expressões dos anjos e santos e explica o sentido daquilo tudo. É algo inimaginável...


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Terminamos o nosso tour e fiquei com a seguinte sensação: conhecemos uma pequeníssima parte de nossa história. Apesar dos pesares, a história que percorremos naquele dia explica nosso presente. Quem tinha o poder? Como reunir uma classe menos favorecida para a construção de uma instituição própria? Como o comércio influencia a religião? Como pessoas talentosas vêem a degradação patrimonial e ao mesmo tempo a oportunidade de sobreviver nesta cidade chamada Salvador? Como ver beleza em meio a pobreza? Eu não tenho respostas para todas estas perguntas, mas consigo refletir desde um ponto de vista positivo.


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Nosso tour terminou assim...

E posso ser sincera? Fazer um tour no Pelourinho com um bom guia te dará outra dimensão de Salvador, da Bahia e do Brasil!

Para acompanhar o City Tour Panorâmico clique aqui.

Agência Tours Bahia
Largo do Cruzeiro de Sao Francisco, 4/6 
Centro Historico 
CEP: 40.020-280 
Salvador - Bahia - Brasil

Tels: (71)9617-8351 (71)9972-3284
Email: ketin@toursbahia.com.br

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