segunda-feira, 13 de março de 2017

Instituto Ricardo Brennand - uma atração imperdível em Recife!

Este foi eleito o melhor museu da América Latina, e de fato o acervo do Brenannd é impressionante, principalmente a parte da tapeçaria Gobelins e a história da colonização holandesa neste estado. É um ótimo passeio para todos os públicos desde crianças até idosos e ótimo para fotógrafos, podemos fotografar tudo!


O espaço

Muito lindo e arborizado desde a entrada. As edificações que abrigam as exposições são em formato de castelos e são muito lindas. As esculturas ao ar livre deixam o espaço bem aconchegante.











Visitamos o Instituto na seguinte ordem:

Galeria - aqui você encontra a sala Rodin, Salão de exposições Temporárias e Eventos e o Terraço Lula Cardosos Ayres.



O Pensador, de Rodin





Pinacoteca - aqui você encontra quatro importantes mostras:

Frans Post e o Brasil holandês
  • Frans Post foi o primeiro paisagista do Novo Mundo e o Instituto orgulha-se de possuir a maior coleção de suas obras, formada por 15 quadros representativos de todas as fases de seu trabalho. A exposição mostra pela primeira vez ao público o conjunto de obras relativas ao Brasil holandês que o Instituto Ricardo Brennand veio adquirindo nos últimos nove anos. São tapeçarias, documentos, livros, objetos e moedas relativos ao Brasil holandês além de 15 telas de Frans Post. A exposição Frans Post e o Brasil Holandês na Coleção do Instituto Ricardo Brennand foi aberta ao público em 09 de abril de 2003 e continua em cartaz com sucesso absoluto de visitação de escolas e público espontâneo. 
representação da chegada dos holandeses

  • Pausa para reflexão: como se revela a colonização holandesa na cultura pernambucana? Como a colonização holandesa influencia até hoje os hábitos e costumes pernambucano? Seria esta uma grande diferença entre pernambucanos e baianos, os quais tiveram uma influência predominante de portugueses, africanos e índios?
  • Às vezes, o que é muito natural, debatermos alguns costumes regionais, mas no fundo no fundo, esta pluralidade é histórica. Não é uma questão de um estado ser melhor ou pior do que outro. Enquanto alguns buscam uma separação cultural do Brasil, o passado nos une e mostra que as diferenças regionais é uma das nossas grandes riquezas.
Para saber mais confira esta excelente reportagem do G1.com

Paisagens brasileiras do século XIX
  • Volta-se para a produção artística principalmente dos viajantes que chegaram ao Brasil após a abertura dos portos em 1808 e os artistas da tradição da Academia Imperial, desde o Neoclassicismo até o Impressionismo. É composta de óleos, gravuras e desenhos. Nela estão representados nomes fundamentais na documentação iconográfica brasileira, como Carlos Julião, Debret, Conde de Clarac, Bauch, Lassaily, Rugendas, Vinet, Castagneto, Facchinetti, Taunay, Franz Hagedorn e Eliseu Visconti ...
tapeçaria

tapeçaria da manufatura Gobelins que representa o período escravocrata do Brasil
  • Pausa para reflexão: visto que a documentação iconográfica brasileira é feita a partir da visão européia, como isto influencia nossa percepção de Brasil? Como somos afetados em ver o Brasil pelos olhos destes estrangeiros?

Julgamento de Fouquet
  • Por indicação do Cardeal Mazarino, (primeiro-ministro da corte), Luís XIV nomeou Fouquet para ocupar o cargo mais cobiçado da época, o de Superintendente das Finanças do Reino, o qual ocupou de 1648 a 1661. Durante este período, Fouquet restabeleceu a credibilidade das finanças do Reino e, gozando de privilégios econômicos, multiplicou sua fortuna tornando-se um dos homens mais ricos da França. A cobiça pelo seu cargo levou Jean-Baptiste Colbert a acusá-lo de peculato e tentativa de sedição junto ao Rei. Seu julgamento se arrastou por 3 anos, ao fim dos quais Fouquet foi condenado ao banimento da França e ao confisco de todos seus bens pessoais.
Fouquet é este no centro, cabisbaixo ...
  • Pausa para reflexão: alguma similaridade com nosso cenário político atual?

E por fim, a  Coleção Janete Costa e Acácio Gil Borsoi, artistas pernambucanos.

Agora, uma pausa para o café...






Além de cafeteria, tem uma loja de souvenirs.

Castelo São João - museu de armas com mais de 3 mil peças entre armaduras, tapeçarias, quadros e outros tipos de armarias.

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E o que mais me chama atenção aqui é:

cinto de castidade. verdade ou mito, tinha como objetivo combater a infidelidade das mulheres quando os homens iam para as batalhas.


a Bahia no Recife ... esta peça foi da Igreja e Convento de Santo Antônio do Paraguaçu, Recôncavo Baiano


marfim e madeira... um trabalho cheio de detalhes


Combine a visita ao Museu com um almoço no Restaurante Castelus. O restaurante funciona de 12h as 17h e fica logo na entrada.

Na primeira vez eu fui ao museu, de ônibus, o final de linha é bem perto da entrada. Na segunda vez, fui de carro próprio com meus pais. Se você achar difícil ir de transporte público, pegue Uber. Na porta do Instituto há muitos táxis. Se você for de transporte público, há um quadriciclo que leva os visitantes da portaria até a bilheteria.

Instituto Ricardo Brennand
Engenho São João, s/n, na Várzea (Alameda Antônio Brennand)
Funcionamento: De terça a domingo, das 13h às 17h.
Entrada: R$25,00/inteira e R$12,50/meia-entrada.
Obs.: Na última terça-feira de cada mês é gratuito para todos.
Informações: (81) 2121-0352

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